Buba
15 junho 2007
   
I – O MEU VIZINHO SAPATEIRO

Fui levar o cão à rua. O meu vizinho, sapateiro – sem as vestes de trabalho habituais – era domingo… “dia de ver a Deus e à Joana” – saiu-me ao caminho e enquanto falava: - Como está?! – meteu-me um papel no bolso da camisa. Disse-lhe: isto vai mal: Estou pronto: - Dói-me tudo! Olhou-me por momentos concentrado e sentenciou: é a P.D.I.. A P.D.I.? O que é isso? Perguntei. É a porra da idade, esclareceu. Concordei.
Quando cheguei a casa tirei o telemóvel do bolso da camisa. Agarrado veio o papel que o gajo lá tinha metido. Vejam:


Surpreendido – não me lembrava… – perguntei-me: - que merda é esta? Depois recordei-me: - era o papel que o sapateiro me tinha metido no bolso… Intrigado, voltei a perguntar-me: - Quem é que terá convencido o sapateiro, de que eu é que sei quem é o Jeová?
Só Deus sabe…


II – O MEU VIZINHO CANGALHEIRO

Ao fim da tarde, já lusco-fusco, voltei a levar o cão à rua. Encontrei outro vizinho, dono da agência funerária, localizada um pouco mais abaixo da porta do prédio onde moro.


Quase todos os dias, quando vou passear o cão, o meu vizinho cangalheiro me vê e vê como ando (… como me arrasto) cosido com dores, a ter que parar, depois de dar uma dúzia de passos – às vezes menos – e a necessidade que tenho de me “sentar” no capot de um qualquer dos automóveis que atravancam o passeio. E cumprimenta: Como está? Passou bem? Embora bem saiba – diz-lhe a larga experiência de lidar com mortos – que eu não tardo a ser mais um… no rosto, acima da linha do sorriso, vejo-lhe o brilho guloso do olho; e atrás do olho, como se estivesse impressa no pé da 3.ª circunvolução frontal ascendente (vulgo Centro de Broca) a pergunta: - “Quando é que o cabrão do velho deixa, de vez, de trazer o cão à rua?”. E, quase como se fosse seu parente – o que julgo, talvez não seja o caso – vai afagando o Buba com aparente ternura; embora, eu tenha a quase certeza de que os afagos do cangalheiro serão, no fundo, de natureza mais comercial do que afectiva: - tendo para mim, como certo, que o meu vizinho cangalheiro o que tenta é conseguir, assim, a preferência – do morto que praticamente eu já sou – na escolha da sua agência para me fazer o funeral.
…Precisamente por isso, os gemidos de prazer do cão – filho da puta, hedonista – ao receber as carícias do cangalheiro, soam sempre aos meus ouvidos, meio surdos – já não descodificam o que ouvem – como se fossem os dobres de finados da sineta, à chegada da carreta à porta do cemitério.


III – O MEU FUNERAL

Quando voltei a casa, deitei-me sobre a cama para descansar um bocado e de cansado que estava, adormeci. Depois – e talvez por motivo das festas do cangalheiro ao cão – sonhei que tinha morrido... E enquanto sonhava, pensei: - ora ainda bem. Já não era sem tempo... Depois vieram – ou sonhei que tinham vindo – uns gatos-pingados que pegaram no morto que restava de mim e levaram tudo para uma capela mortuária.
E lá fiquei. E, sendo certo que estava morto e não tendo, de momento, mais nada que fazer, resolvi pensar na minha vida. E enquanto assim pensava, ia passando o tempo, embora eu não soubesse exactamente, – porque estava morto – se estava a sonhar ou estava só a dormir. E em boa verdade, só poderia sabê-lo se voltasse a despertar o que não era de esperar uma vez, tudo levava a crer, que estava morto.

Entretanto vou continuar a pensar e amanhã logo vejo: - ou não acordo e confirma-se que estou morto, ou acordo e continuo a contar-vos o meu sonho. Agora vou mesmo dormir, se é que realmente ainda estou vivo, embora a sonhar que estou morto. 
11 junho 2007
   
MEUS AMIGOS

Catarina, Cláudia, Fátima, Lino, Margarida, Maria André, Marta, Nuno, Pedro, Roberto, Rui e Tânia,

Há já muito tempo prometi que vos ia mandar outra história. Não mandei: - é que, quando a reli, achei que era demasiado longa, repetitiva, cheia de entrelinhas... Resolvi por isso encurtá-la e tentar torná-la mais legível, menos cansativa: - cortei daqui, emendei dali e tanto mexi, que, como vocês vão ver, ficou praticamente reduzida a uma coisa sem pés nem cabeça. E na cabeça é onde eu, este tempo todo tenho andado a coçar sem saber como vou descalçar a bota… Pensei, pensei e, finalmente, como se costuma dizer, acabei por decidir: - o que não tem remédio, remediado está: portanto fica assim mesmo e pronto.
Tal como a primeira história que vos mandei – a do Carvoeirito – também não dei fim a “Era uma vez um rei”; por uma razão: - é que a história do rei que agora vos mando é no fundo a história também sem fim da luta fratricida, entre os seres humanos pela posse, fruição (e delapidação) dos bens da Terra que, sendo só afinal uma infinitésima parte do Universo, suscitou, entre eles, desde sempre, problemas que persistem, sempre os mesmos, tal como os que na história se depararam ao rei.

…E embora custe a acreditar o certo é que os seres humanos continuam – e desde há milhões e milhões de anos, – a viver uns com os outros – na Terra, – a tentar tirar-lhe o equilíbrio, a delapidá-la, a destruí-la, comportando-se como tarados, psicopatas, a matar-se uns aos outros e a matar inocentes na ânsia paranóica da conquista do Poder e da posse do Ouro: Enquanto ao mesmo tempo chafurdam nas pocilgas da alma E depois morrem! Simplesmente…
Se alguma vez vocês forem ao Google e pedirem o BUBA – é o blogue do avô – poderão ler outras histórias – e não só – que o avô Salvador lá deixou. …………….

E agora aí vai a história

ERA UMA VEZ UM REI…
muito poderoso em cujo reino a vida decorria como no paraíso: - não havia miséria, nem maldade e as pessoas eram felizes. E a felicidade do povo era a felicidade do rei que a todos falava e ria com saudável alegria.
Um dia porém, sem se saber como, alguém apareceu com um pedacinho de um metal desconhecido, amarelo e rutilante. Sabendo o rei do achado, logo mandou que o achador viesse a ele: e mais mandou que o metal fosse entregue aos sábios do reino; aos quais o rei logo também cometeu o encargo de estudarem o achado -o ouro – nome pelo qual, sem que se saiba porquê, o metal, começou a ser chamado e conhecido.
… E logo que, passado foi algum tempo, vieram de novo os sábios ao rei a quem confirmaram ter grande valor a descoberta. Pelo que logo se encheu ao rei o coração de alegria. E logo também, ao saber dela, alvoroçados muitos se partiram em busca do precioso metal… E tantos foram que, algum tempo depois, dele havia já, tal abundância, que todos o possuíam.
Por seu lado, também os cientistas e artífices não descuravam seu trabalho em seus laboratórios e oficinas onde iam descobrindo do metal, segredos e qualidades quer – quando entesourado, – como reserva da segurança de todos; quer quando trabalhado em jóias de rara beleza e de valor inestimável.
Mas – logo advertiram os sábios – só pelo seu uso também sábio – moderado e prudente – os proveitos podiam ser melhor repartidos por todos.
Entretanto porém e à medida que o tempo foi correndo aconteceu, o que até então, nunca acontecera, quando o ouro não existia: - é que, alguns, dos que o acharam, vendo quão grande era o valor dele, começaram excogitando que guardá-lo só para si, melhor coisa seria que entregá-lo sem mais ao rei para proveito de todos. E se bem o pensaram, melhor começaram a fazê-lo.
De bondoso que era, ficou o rei desgostoso mandando em novos editais que todos os cidadãos continuassem a dá-lo nos reais armazéns e oficinas. Pois que só assim, os do Colégio poderiam continuar seus trabalhos no proveito e segurança de todos.
Analfabetos, muitos dos súbditos não entendiam editais; e dos que os entediam, alguns não escutaram, do rei, o seu apelo.
...Mas nem assim o rei desistiu de prosseguir na senda do que pensava para todos ser melhor: - fazendo anunciar – para ultrapassar a situação, sem recurso à violência – que seriam dadas alvíssaras aos que, mais egoístas e cobiçosos – não quisessem dar o que, pensava ele – era património de todos – e antes preferissem recompensa. Mas nem assim foi conseguido do metal o necessário, pois se era certo ainda alguns o davam, e outros o vendiam, a maioria o guardava ciosamente e em tal quantidade que o volume das recolhas não chegava para suprir as necessidades das oficinas reais. Pois que, os que o possuíam tinham começado a utilizá-lo entre si como valor padrão nos grandes negócios que entre si faziam; começando também a ser usado como valor de pagamento das prestações de serviços, por parte de pessoas que o não tinham, às pessoas que dele eram abastados.
Perante a situação arrepelavam-se já os sábios e os artífices em pânico, por fazer não poderem, à míngua do necessário, aquilo a que dedicavam as suas vidas. E arrepelava-se o rei e os seus ministros ao reconhecer sua impotência.
Mandou então o rei, desesperado, reunir novamente todos os sábios do reino para, ainda mais uma vez, escutar deles o que pensavam ou sugeriam sobre o modo de sanar tão insólita como grave situação. Mas eles não sabiam o que ao rei aconselhar, pois que, se uns muito já sabiam do ouro, pouco, – mesmo os mais velhos, – sabiam sobre o egoísmo e a cupidez humana. Mas nem por isso se escusaram a dizer o que pensavam. E disseram uns que a culpa era do rei que oferecia miseráveis alvíssaras como compensação por dádiva de tão valioso produto…que mandasse o rei aumentar o montante das alvíssaras e logo o ouro viria caudaloso e abundante; e castigasse assim o povo, obrigando-o também a pagá-lo por preço mais alto. Outros porém se opunham pois aviltá-lo seria, torná-lo objecto de comércio, como vulgar mercadoria. Competia isso sim, ao rei, convencer os seus súbditos, – e qualquer que fosse a sua condição social – pela brandura e pela persuasão devendo fazer apelo ao altruísmo dos mais ricos, aos seus sentimentos de fraternidade ou mesmo de caridade ajudando os mais fracos, mais pobres ou mais humildes… Defendiam outros ainda que apelasse o rei à intervenção da Igreja e da Providencia divina…
Mais radicais, pela negativa, aconselhavam ao rei alguns dos mais velhos – já desiludidos das rectas intenções dos homens – que nada fizesse… e deixasse as coisas como estavam. Pois que o tempo, que tudo transforma, à medida que fosse passando, resolveria por fim, aquilo que por insolúvel, por todos, agora, era tomado.
E assim, ao sabor de opiniões tão diferentes, sucediam-se os éditos reais que, por vezes contraditórios, não só nada resolviam, como também, por vezes, contribuíam para aumentar a confusão.
…Sem saber que decidir ou mais fazer, mandou o rei em desespero que os sábios e artífices se fossem também eles à descoberta de novos filões auríferos. O que fez muitos deles começarem a interrogar-se entre si, em jeito de conspiração: - mas que teremos nós, – artífices e homens de saber – a ver com tudo isto? Nós fazemos, e bem, o que a nós compete – Continuamos uns, aprofundando nossos estudos e experimentações; somos, outros, artífices de rara habilidade, fazendo jóias cada vez mais belas e valiosas… Que temos nós a ver com minas e filões? É a ele, ao rei, que compete resolver os problemas da governação. Pois que os resolva, ele que detém a força e o poder. Que escolha sábios que percebam de terrenos e jazidas. É de geólogos e mineiros que ele precisa, não de nós. E daí que decidiram ir – e foram – dizê-lo ao rei Que, abatido, reconheceu que tinham razão.
…Sem atinar com solução mas também sem dela desistir, continuava o rei a ensaiar, embora sem resultado, novas ideias. Enquanto via também ir aumentando o descontentamento já que o tempo passava e não se vislumbrava melhoria. Nos concílios, ouviam-se já vozes exaltadas e em conciliábulos, arremedos de mal contido nervosismo. Fora deles, o povoléu também esbravejava clamando por justiça. Gritavam já uns, mais impulsivos, que também os sábios arrecadavam e faziam negócio com o metal; dizendo outros que possivelmente era o próprio rei que arrecadava lucro com a situação… que havia especulação abusiva, monopólios, interesses escondidos… tudo enfim se inventava e dizia como certeza porque ninguém sabia exactamente o que se estava a passar.
E era tanta, a certa altura, a confusão que alguns sábios e artífices, começavam já de desertar montando suas próprias oficinas, para aí, mais em sossego, começarem a fazer aquilo que, pensavam, o rei deveria fazer e não fazia: - comprar por melhor preço aquilo que se obstinava a não pagar como devia e a vender também por preço abaixo do que devia.
E chegaram as coisas a tal ponto que agora eram já alguns dos antigos sábios e artífices que por vezes vendiam às oficinas do rei, por preço exorbitante, aquilo que o rei, por melhor preço, não quisera comprar antes. Pois pagava-o agora mais caro (…no fundo era o povo que pagava), o que ainda mais fazia sofrer o rei. Que, nada ouvia que já antes não tivesse ouvido, nem sábio conselho que sem resultado já também não tivesse seguido…mesmo os que tinham vindo anunciar-lhe soluções milagrosas conseguidas em outros reinos distantes onde o malfadado binómio abundância – miséria tinha sido finalmente resolvido. Mas o rei, viajado e culto, encolhia os ombros, pois bem sabia que ao seu povo, não serviam as apregoadas soluções nem valiam as falazes teorias de sábios de outros reinos e países.
Entretanto algumas oficinas, já competiam entre si: - à conquista de adesões, fazendo cada uma a propaganda dos nomes famosos dos sábios que orientavam as suas pesquisas com a invocação de pergaminhos e apelos à defesa da Honra, da Justiça, do Bem comum… E por fim, – já perdido por todos o norte e a vergonha – lançando mão de tudo: - do suborno, do compadrio, do tráfico de influências – para aumentar os seus proveitos.
Os sábios já muito velhos e próximos da morte, – esses definhavam de desgosto e de vergonha, não sabendo também o que fazer para abrir novos caminhos que no futuro conduzissem à antiga alegria do povo: - uma sociedade de que também fazia parte gente pobre – sem ouro –, vivendo alguns com muitas com dificuldades – mas no fundo mais humana: mais solidária, mais honrada e mais digna.
…Até que um dia, sem escolta, de cabeça perdida, saiu o rei do seu palácio, à desfilada em seu fogoso corcel para refugiar-se, só, consigo mesmo, na paz e na solidão dos campos.
Já longe do palácio real, absorto em seus pensamentos, soltou as rédeas ao cavalo, deixando-o seguir, sem comando, em liberdade. E sem curar por onde, foi andando até que se achou o rei junto a um regato onde o corcel parara para beber… Espalhado, retouçando a relva, um rebanho pastava, guardado por seu pastor.
Acordado de seus sombrios pensamentos dirigiu-se o rei ao pastor sem se dar a conhecer. E com ele começou a falar-lhe das ovelhas, dos pastos e de outras coisas que, julgava ele, poderiam interessar ao pastor – até que pensou: e se eu falasse de questões mais sérias a este homem simples do povo, embora não saiba ler? Que perco eu em ouvi-lo se já tenho ouvido tantos, quase tão analfabetos como ele, embora – aldrabões, vigaristas – digam que são doutores? Porquê, não tentar que me diga, qual a sua opinião? (a ele que nem sequer adivinha quem eu sou.) – e portanto sem receios de me ofender ou obrigação de me lisonjear? E assim pensando, assim falou: olha lá, tu sabes o que é o ouro?
Eu sei sim senhor, respondeu o cabreiro, que ao vê-lo assim – sem séquito e sem companhia em tão sertanejas paragens – o tomara por qualquer fidalgote amalucado e pobretana.
Então diz-me lá: - se tu tivesses muito ouro e soubesses que alguém tinha dele necessidade e não o tinha, tu eras capaz de lhe dar algum do teu?
Porquê? Respondeu o cabreiro. Porque havia eu de dar a desconhecidos, sem razão forte, e sem compensação o que era meu? Que tenho eu a ver com os problemas dos outros?... A dá-lo preferia vende-lo: - que um pouco mais de dinheiro, nunca me faria mal nenhum…
Sem respostas que, logicamente aceitáveis, pudesse dar ao pastor, concluiu o rei, que o egoísmo era atributo genético do homem, racionalmente incontornável – Exactamente como acontecia com qualquer outro animal; – pondo cada um antes de tudo, a sua vida, os seus interesses e as suas próprias necessidades. Tudo ainda agravado – por motivo de sentimentos também próprios da natureza humana – como a inveja e a vaidade – eram precisamente os mais pobres que – muitas vezes a crédito imitavam o modo de viver dos mais ricos: - viajando e vivendo acima das suas possibilidades, sem perceber que os ricos podem gastar ou mesmo esbanjar, porque tem ouro suficiente – ou mesmo demasiado, (amontoado muitas vezes e durante gerações, à custa da fome e do sofrimento dos que vivem só do seu trabalho).
…E assim, mergulhado em tão tristes pensamentos – foi-se o rei de volta ao seu castelo a meditar, desalentado…


Termino
Um grande obrigado a Vocês, e uma palavra de apreço à Dra. Emília Miranda e às distintas professoras da

ESCOLA EB1 DA JUNQUEIRA…

Largo Dr. Carlos Pinto Ferreira
4480-286 Junqueira


que vos ajudaram a fazer e a pôr na Netescrita os vossos belíssimos trabalhos .
Até breve ou até sempre. O Avô Salvador

De: salvador.prata@netcabo.pt
Para: info@eb1-junqueira.rcts.pt
Assunto: Netescrita
Enviada: ter 12-06-2007 17:40

                  Ao
                  Conselho Directivo da Escola EB1 da Junqueira

Exmos. Senhores e Senhoras,

Alguns alunos da Escola EB1 da Junqueira publicaram o ano passado, no blog Netescrita da Sra. Dra. Emília Miranda, alguns trabalhos que refiro no post que publiquei ontem, dia 11 do corrente mês, no meu blog, o Buba, cujo texto remeto em anexo. Desejaria levar ao conhecimento dos referidos alunos o texto do post em que lhes remeto uma nova história em cumprimento de uma promessa que há muito lhes tinha feito; mas desconhecendo onde os poderei encontrar, venho pedir a V. Exas. o melhor interesse no sentido de identificar a escola onde este ano estão matriculados os referidos alunos, em ordem a levar ao seu conhecimento o texto da história mencionada e o meu renovado agradecimento, aliás, extensivo aos professores ou professoras que os ajudaram na efectivação dos trabalhos que inicialmente menciono.

Com os melhores agradecimentos,

Salvador Prata 
salvadorprata@netcabo.pt

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